De uma criatividade inigualável, personalidade única e senso crítico apurado, Diana Vreeland foi a grande responsável - entre outras coisas - por inovar o conceito de jornalismo de moda e transformar a Vogue na revista mais importante do mundo neste setor.
Nasceu em Paris no ano de 1903, mas emigrou com a família para Nova York. Dizem que teve uma relação conflituosa com sua mãe, pois era comparada a irmã por não ser tão bonita quanto. Na realidade, era totalmente desprovida deste atributo. Talvez por isso, tenha revolucionado o conceito de beleza estética ao longo de sua carreira.
Nasceu em Paris no ano de 1903, mas emigrou com a família para Nova York. Dizem que teve uma relação conflituosa com sua mãe, pois era comparada a irmã por não ser tão bonita quanto. Na realidade, era totalmente desprovida deste atributo. Talvez por isso, tenha revolucionado o conceito de beleza estética ao longo de sua carreira.
Em 1924, casou-se com o banqueiro Thomas Reed Vreeland (de quem herdou o sobrenome), mas com a quebra da bolsa de Nova York em 29, mudaram-se para Londres. Lá, Diana começou um negócio próprio de lingeries e passou a ter contato com a alta sociedade inglesa.
Retorna a Nova York juntamente com o marido, e no ano de 1937 inicia sua carreira escrevendo a coluna "Porque não você?" - na também conceituada revista Harper's Bazaar - onde ficou por 25 anos como editora de moda. Logo depois, assumiu o cargo de editora-chefe na Vogue e, como disse anteriormente, foi a grande responsável por transformar a revista na mais badalada publicação de moda de todos os tempos. Revelou ícones fashion, como Twiggy, ao mesmo tempo que tornava padrão de beleza mulheres consideradas esteticamente estranhas (vamos dizer assim), a exemplo de Barbra Streisand e Anjelica Huston. Irreverente, pedia aos fotógrafos que dessem realce aos defeitos das modelos. Também ficou conhecida pelos criativos editoriais feitos em parceria com o fotógrafo Richard Avedon.
Retorna a Nova York juntamente com o marido, e no ano de 1937 inicia sua carreira escrevendo a coluna "Porque não você?" - na também conceituada revista Harper's Bazaar - onde ficou por 25 anos como editora de moda. Logo depois, assumiu o cargo de editora-chefe na Vogue e, como disse anteriormente, foi a grande responsável por transformar a revista na mais badalada publicação de moda de todos os tempos. Revelou ícones fashion, como Twiggy, ao mesmo tempo que tornava padrão de beleza mulheres consideradas esteticamente estranhas (vamos dizer assim), a exemplo de Barbra Streisand e Anjelica Huston. Irreverente, pedia aos fotógrafos que dessem realce aos defeitos das modelos. Também ficou conhecida pelos criativos editoriais feitos em parceria com o fotógrafo Richard Avedon.
O forte temperamento era sua marca registrada e dizem que chegou a extremos, como demitir uma funcionária porque o barulho dos saltos de seus sapatos tiravam sua concentração do trabalho. Era extremamente exigente com sua equipe.
Mas, todo reinado chega ao fim, e aos 70 anos foi demitida da Vogue. Num momento em que muitos não saberiam se reerguer, Diana se reinventa ao ser convidada pelo Metropolitan de Nova York para organizar a primeira exposição dedicada a um estilista. Escolhe homenagear Balenciaga e o museu não passou um único dia, enquanto a mostra esteve em cartaz, sem ter todas as lotações esgotadas. Assim foi em todos os eventos que promoveu em seguida.
Mas, todo reinado chega ao fim, e aos 70 anos foi demitida da Vogue. Num momento em que muitos não saberiam se reerguer, Diana se reinventa ao ser convidada pelo Metropolitan de Nova York para organizar a primeira exposição dedicada a um estilista. Escolhe homenagear Balenciaga e o museu não passou um único dia, enquanto a mostra esteve em cartaz, sem ter todas as lotações esgotadas. Assim foi em todos os eventos que promoveu em seguida.
Bem, o fato é que, seja por sua incontestável competência naquilo que fazia ou por suas peculiares maneiras, Diana Vreeland tornou-se um mito, usado como referência inclusive por grandes nomes do ramo, a exemplo da atual editora-chefe da Vogue americana, Anna Wintour.
E, muito embora tenha vivido uma vida cercada por luxos e celebridades, terminou seus dias de maneira triste - quase cega, presa a uma cama e beirando a pobreza. Faleceu aos 83 anos, em Nova York.
Para conhecer um pouquinho mais sobre a chamada "Imperatiz da Moda" recomendo o documentário Diana Vreeland: The eye has to travel (Diana Vreeland: O olhar tem que viajar). Não tem como não se encantar por essa incrível profissional e mulher.
Besitos!
Para conhecer um pouquinho mais sobre a chamada "Imperatiz da Moda" recomendo o documentário Diana Vreeland: The eye has to travel (Diana Vreeland: O olhar tem que viajar). Não tem como não se encantar por essa incrível profissional e mulher.
Besitos!
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| Diana Vreeland e seu marido, o banqueiro Thomas Vreeland. Um vida cercada de luxos. |
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| Uma das publicações da revista na qual iniciou sua carreira no mundo da moda. |







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